quarta-feira, 22 de novembro de 2017

MENSAGEM DO DIA



VIVENDO NO PARÁ - NOV 10

VIVENDO NO BRASIL 1

SÓ LEMBRANDO....

NOVA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

Medida Provisória veta seguro-desemprego a intermitente

Um dos pontos da MP diz respeito ao chamado trabalho intermitente, modalidade nova de trabalho (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

Dias após a nova legislação trabalhista entrar em vigor, o presidente Michel Temer assinou uma Medida Provisória para ajustar alguns pontos das reforma. A Medida Provisória 808 foi assinada na última terça-feira, 14, mas ainda pode ser modificada pelo Congresso.

Um dos pontos da MP diz respeito ao chamado trabalho intermitente, modalidade nova de trabalho. Neste tipo de trabalho, o pagamento é feito de acordo com o tempo de serviço, ou seja, por hora ou dia trabalhado, desde que o valor não seja inferior ao de quem ganha salário mínimo. Além disso, as empresas podem convocar os funcionários apenas quando necessário. Logo, os funcionários podem formar vínculos com outras empresas. Se em determinado mês ele não for convocado, ele não receberá salário nesse período.

A MP também proíbe que o intermitente tenha acesso a seguro-desemprego e muda a concessão de benefícios. O intermitente terá acesso aos auxílios maternidade e doença, mas o processo de concessão será diferente. Diferentemente do contrato tradicional, será o Estado que vai pagar o salário-maternidade para o intermitente. No caso do auxílio-doença, tudo será pago pela Previdência.

Os encargos sociais são calculados com base no valor do contracheque. Como um funcionário na modalidade intermitente pode fechar o mês com uma renda inferior ao salário mínimo, o empregador pode recolher menos que a contribuição mínima ao INSS e ao FGTS. Para contornar o problema, a MP estabelece que os trabalhadores podem recolher a diferença. No entanto, se a pessoa termina o mês com menos de um salário mínimo, dificilmente ela terá dinheiro para pagar essa diferença. Se ela não pagar, não terá direito à aposentadoria nem a concessões como licença médica.

Sindicalistas pretendem convencer o Congresso a mudar a MP. Uma das ideias é que as empresas sejam responsáveis pela contribuição adicional para completar o mínimo exigido pelo INSS.

O documento também estabelece que são necessários 18 meses para que um funcionário deixe de ter um contrato tradicional para ter um de caráter intermitente na mesma empresa. A regra só vale até 2020. A partir daí, será possível demitir e imediatamente recontratá-lo.FOLHA

COMPORTAMENTO





SAÚDE LEUCEMIA

Leucemia tem remissão completa em novo tratamento

A nova técnica foi testada em 21 pessoas, entre crianças e adultos (Foto: Flickr/Massimiliano D)

Um novo tratamento com base na modificação de genes tem se mostrado eficiente no combate ao câncer. Uma pesquisa com a nova técnica, chamada de CART CD 22, obteve uma remissão completa da leucemia. Os resultados foram publicados na última segunda-feira, 20, no jornal científico Nature Medicine.

A nova técnica foi usada em dois grupos diferentes de pessoas com leucemia – que já tiveram algum tipo de tratamento e que ainda não foram tratadas de forma alguma – e obteve sucesso em 73% dos casos.

A pesquisa exemplifica como funciona a terapia genética com ênfase no sistema imunológico. Em um primeiro momento, as células de defesa T são retiradas do organismo para terem seus genes modificados em laboratório. Depois, as estruturas são injetadas novamente nos pacientes, e espera-se que o sistema imunológico tenha aprendido a reconhecer as células cancerígenas e combatê-las.

O novo tratamento utiliza o antígeno CD 22, diferente de outras terapias que usam o antígeno CD 19. Isso porque um antígeno é uma estrutura presente em células doentes e responsável por desencadear uma resposta do organismo. Em um mecanismo similar à “chave-fechadura”, a célula imune (fechadura) se prende a essa estrutura (chave) e a mata. De acordo com a pesquisa, alguns tumores perdem essa estrutura, fazendo com que a doença se torne resistente ao tratamento, algo que ocorre com o antígeno CD 19. Tal fato explica a escolha pelo antígeno CD 22 para o estudo.

A CART CD 22 foi testada em 21 pessoas, entre crianças e adultos, sendo que 17 já haviam sido tratadas com imunoterapia por CD 19. O resultado obtido foi visto com bons olhos pelos cientistas, com a remissão completa em 73% dos pacientes.

Segundo os cientistas, nos 27% dos pacientes que não obtiveram a remissão completa da leucemia foi encontrada uma baixa densidade do CD 22, o que dificultou o tratamento. Isso porque a presença da estrutura ajuda com que a doença seja mantida sob controle.

O estudo mostra ainda que, mesmo que os pacientes tenham sido tratados com outros tipos de terapias, ainda existem outras opções para combater a leucemia. Além disso, de acordo com os autores, esta foi a primeira pesquisa com ênfase no CD 22.G1

SAÚDE VIDA LONGA

Mutação genética aumenta vida humana

Mutação foi encontrada em um grupo Amish, em Indiana, nos Estados Unidos (Foto: Wikipedia)

Uma mutação genética que aumenta a vida humana, deixando-a mais longeva, melhora o metabolismo e diminui o risco de diabetes foi encontrada em um grupo Amish de Indiana, nos Estados Unidos. Segundo os cientistas, as pessoas que têm essa variação podem viver dez anos a mais, morrendo, em média, com 85 anos.

O gene SERPINE1 é conhecido por produzir a proteína PAI-1, que promove o envelhecimento. As pessoas do grupo Amish Old Order que têm a variação genética, que surgiu há seis gerações, carregam apenas metade da quantidade normal da proteína.

Douglas Vaugham e sua equipe, da Universidade Norhwestern, em Chicaco, estudaram 177 pessoas Amish e encontraram 43 membros da comunidade com uma cópia da mutação genética. A partir daí, os pesquisadores analisaram o DNA de cada um, além de alguns sinais de envelhecimento e o comprimento dos telômeros, que ficam nas extremidades dos cromossomos e impedem o desgaste do material genético.

Além disso, os pesquisadores analisaram 221 mortos que, possivelmente, também tinham a mutação genética e por quanto tempo eles viveram. Além de viverem dez anos a mais, os estudos mostraram que os níveis de insulina eram 30% menor, com nenhuma das pessoas com a variação genética tendo desenvolvido diabetes. Enquanto isso, os telômeros eram mais compridos.

Com o resultado dos estudos, drogas que focam na proteína PAI-1já estão em desenvolvimento, inclusive para prevenir ou combater a calvície.O Globo

SAÚDE DIABETES

Cientistas curam diabetes tipo 1 em cobaias

Agora, são necessários novos testes para verificar se os efeitos da terapia se prolongam por mais tempo (Foto: Pixabay)

Cientistas conseguiram reverter com sucesso diabetes tipo 1 em ratos de laboratório, nos Estados Unidos, a partir de células-tronco. O estudo, feito no Boston Children’s Hospital, foi publicado na Science Translation Medicine.

A pessoa com diabetes tipo 1 não produz insulina, o hormônio responsável pela quebra de glicose no organismo. A doença autoimune ocorre porque o sistema imunológico destrói as células produtoras do hormônio.

Os cientistas então usaram a engenharia genética para fazer com que as células-tronco do sangue produzissem o PDL-1, um tipo de proteína ausente em pessoas com diabetes tipo 1. Essa proteína produzida pelo gene CD274 é responsável por impedir que o sistema imunológico ataque as células produtoras do composto. Desta forma, a insulina seria produzida e os níveis de glicose ficariam normalizados.

Para fazer isso, os cientistas infundiram o gene CD274 nas células-tronco responsáveis pela produção de PDL-1.

Quase todos os ratos usados no teste foram curados da doença em curto prazo e um terço manteve níveis normais de açúcar no sangue durante a vida. Como as células-tronco eram dos próprios ratos, isso diminuiu a chance de rejeição.

Agora, são necessários novos testes para verificar se os efeitos da terapia se prolongam por mais tempo. Os cientistas também querem a aprovação dos Estados Unidos para realizar um ensaio clínico em humanos.G1

SAÚDE SONO

Sete razões que te fazem acordar de madrugada

Uma vez desperto, pode ser muito difícil voltar a dormir (Foto: Pixabay)


Seja por conta da ansiedade, da vontade de ir ao banheiro ou por conta de um pesadelo, acordar durante a noite pode ser um problema. Afinal, uma vez desperto, pode ser muito difícil voltar a dormir. Mas por que você está acordando? Confira as sete razões pelas quais isso pode estar acontecendo:

1) Temperatura do quarto

Dormir em um ambiente com a temperatura errada pode ser difícil. O Conselho do Sono, organização britânica, recomenda uma temperatura entre 18 e 21 °C.

2) Você tem eczema

Quem sofre de eczema fica com muita coceira durante a noite. Por isso, dormir se torna uma tarefa complicada. O ideal é consultar um especialista para tratar a doença.

3) Você tem Síndrome das Pernas Inquietas

Quem tem este problema, mexe involuntariamente as pernas. Isso ocorre, normalmente, durante o sono. O problema também afeta os braços, torso, cabeça e outras partes do corpo. Medicamentos de alergia podem piorar a síndrome. A causa da síndrome não é bem conhecida, mas o problema acomete principalmente a população adulta e sua incidência aumenta com o envelhecimento.

4) Seu colchão é muito firme

Dormir num colchão muito firme pode criar pressão no seu quadril, ombros e lombar, segundo o The Times of India. Desta forma, dormir pode ser desconfortável.

5) Você frequentemente precisa fazer xixi

Durante a gravidez, é normal que as mulheres façam mais xixi durante a noite. Mas se você não está grávida e isso acontece muito, você deve ter noctúria (problema que envolve superprodução de urina). Já que para a maioria das pessoas, a produção de urina deve ser menor de noite. Por isso, evite beber muito antes de dormir, principalmente bebidas diuréticas como chá e café.

6) Você está bebendo muito álcool

Você pode achar que algumas taças de vinho podem te ajudar a adormecer, mas isso pode frequentemente interromper seu sono durante a noite. Pare de beber um pouco antes de ir para cama para dar tempo do seu corpo metabolizar o álcool.

7) Você está muito estressado

Se você está muito estressado e isso interrompe seu sono, garanta uma forma de relaxar antes de ir para cama. Ouça uma música calma ou tente um livro de colorir, por exemplo.Independent

VIVENDO NO BRASIL 2

MEIO AMBIENTE

O que não te contam sobre as mudanças climáticas

Poucas instalações são capazes de capturar o gás carbônico que acabaria no ar (Foto: Pixabay)

O Acordo de Paris pressupõe que o mundo vai encontrar formas de absorver o gás carbônico do ar, já que, em cenários realísticos, as emissões de gases do efeito estufa não podem ser reduzidas a tempo de limitar o aumento da temperatura.

Poucas instalações são capazes de capturar o gás carbônico que acabaria no ar, uma prática conhecida como captura e armazenamento de carbono. Essa técnica, no entanto, reduz as emissões, o que dirá revertê-las.

Uma opção seria plantar mais florestas, outra ideia seria aplicar a captura e o armazenamento de carbono nas usinas de biomassa. Ideias mais refinadas também existem. O carbono poderia ser jogado ao ar, usando filtros químicos, e armazenado. No entanto, ainda não se sabe se esta tecnologia pode ser usada a tempo, já que o processo é caro e sua eficácia em grande escala ainda não foi comprovada.

Mudar as práticas da agricultura pode ser mais barato, mas os cientistas duvidam que isso vai retirar os gases emitidos pela agricultura.

Este ano, o Reino Unido foi o primeiro a destinar dinheiro para a pesquisa de tecnologia de baixo carbono. Um grande mercado para o gás carbônico seria uma forma de incentivo para capturar o carbono que está na atmosfera. Mas seus usos ainda são limitados. Subsídios são uma opção. Sem eles, as fontes de energia renováveis não teriam como competir com os combustíveis fósseis.

Enfrentar as lacunas do Acordo de Paris está além de muitos governos. Os Estados Unidos de Donald Trump não estão preparados para reduzir as emissões dos gases. Muitas nações ricas dizem que já estão cortando suas emissões mais abruptamente do que países em desenvolvimento. Na realidade, capturar o dióxido de carbono da atmosfera não é uma alternativa para emitir mais gases do efeito estufa. A não ser que os políticos levem a diminuição das emissões a sério, as promessas de Paris vão continuar vazias.The Economist

CRISE NA VENEZUELA

Ex-procuradora-geral denuncia Maduro ao TPI

A ex-procuradora-geral fugiu da Venezuela no fim de agosto (Fonte: Reprodução/AP)

A ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega denunciou na quinta-feira, 16, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e outros responsáveis do governo ao Tribunal Penal Internacional (TPI).

Luisa Ortega solicitou uma investigação contra o governo Maduro por supostos abusos e torturas, apresentando documentos que comprovariam crimes contra a humanidade cometidos pelo atual governo da Venezuela.

A ex-procuradora-geral fugiu da Venezuela no fim de agosto e está atualmente sob proteção do governo da Colômbia. Ela foi destituída do cargo pela Assembleia Constituinte, sob a acusação de ter cometido “atos imorais”.

Em entrevista coletiva em Haia após entregar um arquivo com mil evidências de abusos e torturas, Luisa Ortega afirmou que “Maduro e seu governo devem pagar pelos delitos de lesa-Humanidade, pela fome, pela miséria”.

De acordo com a ex-procuradora-geral, cerca de 1.767 pessoas foram mortas por policiais e militares em 2015. Outras 4.677 mortes teriam ocorrido no ano passado e nos primeiros seis meses deste ano teriam ocorrido 1.846 assassinatos, ainda segundo Luisa Ortega.

“Também incluímos na denúncia mais de 17 mil prisões arbitrárias e a militarização da segurança, que permitiu o uso de armas de fogo nas manifestações […] Vimos a necessidade de recorrer a esta instância internacional porque na Venezuela não há justiça”, ressaltou a ex-procuradora-geral.O Globo

TENSÃO COREIA DO NORTE

Coreia do Norte ‘condena’ Trump à pena de morte

Durante uma viagem pela Ásia, Trump atacou frequentemente a Coreia do Norte (Fonte: Reprodução/Flickr)

Em editorial publicado o jornal estatal da Coreia do Norte, o Rodong Sinmun, afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, ofendeu Pyongyang e merece “a pena de morte”.“Os imprudentes comentários soltos por Trump durante sua viagem não podem ser vistos de outra maneira que não a confirmação da hostilidade da Casa Branca contra a República Popular Democrática da Coreia, e como uma declaração de guerra”, ressaltou o jornal.

O editorial diz ainda que “o pior crime pelo qual ele nunca poderá ser perdoado é que ele ousou afetar malignamente a dignidade do nosso líder supremo. Ele deve saber que é apenas um criminoso hediondo condenado à morte pelo povo coreano”.

Em viagem à Coreia do Sul na semana passada, Trump denunciou as violações de direitos humanos na Coreia do Norte e afirmou que o avô de Kim Jong-un, o ex-líder norte-coreano Kim Il-sung, buscava criar um paraíso, mas que seu neto havia transformado Pyongyang em um inferno.

Durante sua viagem pela Ásia, o presidente americano atacou frequentemente a Coreia do Norte, pressionando o governo de Kim Jong-un a acabar com seu programa nuclear e de mísseis.IG

ABORTO TEMA POLÊMICO

Campanha para legalizar aborto ganha força na Coreia do Sul

Apenas 36% dos sul-coreanos querem manter a proibição do aborto (Fonte: Reprodução/AFP)

Em janeiro, So-Yeong, uma aluna do ensino médio, descobriu que estava grávida e se viu diante de um terrível dilema. Ela sabia que o aborto era ilegal e que poderia ser condenada a um ano de prisão se interrompesse a gravidez. Mas também sabia que não poderia ter o bebê se quisesse continuar os estudos. Por fim, contou aos pais. A mãe conseguiu que um médico fizesse o aborto em um hospital, com o pagamento em dinheiro. So-yeong voltou para a escola em março, porém recebeu a notícia que tinha sido expulsa por “dar mau exemplo” a suas colegas.

Em setembro, uma petição enviada ao site do governo pediu ao presidente Moon Jae-in, o primeiro político liberal a ocupar o cargo em dez anos, para alterar a lei de proibição do aborto. A petição também pediu que o governo liberasse a venda do medicamento mifepristona, usado como abortivo nos primeiros meses de gravidez, e vendido em muitos países. “Caro Presidente”, dizia o texto, “a gravidez não desejada é uma tragédia para a mulher, a criança e o país”. O governo havia prometido responder a qualquer petição que tivesse mais de 200 mil assinaturas em um mês. Esta teve mais de 235 mil. “Ficamos surpresos com o entusiasmo das pessoas”, disse Hong Yae-ji da ONG Womenlink.

O aborto é ilegal na Coreia do Sul desde 1953, exceto em casos de estupro, anomalia do feto e risco de vida para a mãe. Porém, durante muito tempo, os governos ignoraram a prática. Muitas pessoas nem sequer sabiam que era ilegal. Segundo estimativas do governo, cerca de 170 mil gestações eram interrompidas por ano.

Mas em 2010 o grupo Pro-Life Doctors começou a denunciar os hospitais que faziam abortos à polícia. Grupos religiosos ricos e com influência política juntaram-se ao movimento de oposição ao aborto. O presidente na época, Lee Myung-bak, um católico devoto, criou uma força-tarefa para garantir a aplicação da lei, não só pela proibição do aborto pela Igreja Católica, como também para aumentar as taxas de fecundidade no país. No entanto, as tentativas foram inúteis e, em 2016, o país registrou o nascimento de apenas 406 mil crianças, o menor número já registrado. Além disso, as medidas de repressão provocaram um aumento de dez vezes no custo de um aborto no período de governo de Lee.

Uma pesquisa recente revelou que só 36% dos sul-coreanos querem manter a proibição do aborto, em comparação com 53% em 2010. O Tribunal Constitucional deve se pronunciar em breve sobre a revogação da lei, com base no argumento que é uma violação injustificável da liberdade pessoal das mulheres.

Seja qual for a decisão do tribunal, as opiniões se dividem. O site do governo recebeu diversas petições a favor da manutenção da lei, embora nenhuma delas com tantas assinaturas como a que pediu a descriminalização do aborto. Lee Jung-mi, do Partido da Justiça, foi uma das poucas deputadas a se pronunciar a favor da revogação da lei. Mas o assunto “ainda não foi discutido abertamente” na Assembleia Nacional, disse. A petição que conquistou tantos adeptos é “apenas o começo”.The Economist

terça-feira, 21 de novembro de 2017

MENSAGEM DO DIA

NO PARÁ DO AÇAÍ - NOV 09

VIVENDO NO BRASIL 1

FIES ...ATENÇÃO GALERA !!!!

Prazo para renovação de contratos do Fies é prorrogado para 30 de novembro


Os estudantes poderão renovar os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até 30 de novembro. Originalmente, o prazo terminava ontem (20) e foi estendido por mais 10 dias. De acordo com o Ministério da Educação, esta é a última prorrogação do prazo e chance dos interessados em continuar com o financiamento.

A portaria com a prorrogação do prazo será publicada hoje (21) no Diário Oficial da União (DOU).

Até o dia 30 de novembro, os estudantes poderão fazer a transferência integral de curso ou de instituição de ensino e de solicitar mais prazo para uso do financiamento.

O MEC alerta que os contratos do Fies devem ser renovados a cada semestre. Inicialmente, o pedido de renovação é feito pelas faculdades e, depois, os estudantes devem validar as informações no Sistema Informatizado do Fies (SisFies).

"Nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir do momento em que o estudante faz a validação no sistema. Já no aditamento não simplificado – quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador –, o estudante precisa levar toda a documentação comprobatória ao agente financeiro", informa o ministério.

Conforme levantamento do MEC, do total de 1,28 milhão de contratos previstos para o segundo semestre deste ano, 1.067.568 alunos já haviam feito o aditamento até a última sexta-feira, o equivalente a 83%.(Agência Brasil)

CIÊNCIA ATLÂNTICO

Brasil se prepara para integrar centro de pesquisas do Atlântico nos Açores

O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. EFE/Fernando Bizerra Jr.

O Brasil está se juntando ao esforço para a construção de um Centro Internacional de Pesquisa para o Atlântico nos Açores, que pode começar a operar em 2019, segundo disse à Agência Efe o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

A criação desse centro é uma iniciativa de Portugal, à qual já aderiram Espanha e outros países da União Europeia (UE), assim como Angola, Argentina, Cabo Verde, Colômbia, Estados Unidos, Índia, Nigéria e Uruguai.

Kassab disse em entrevista à Efe que representantes desses países e da Comunidade Europeia se reunirão na próxima semana em Florianópolis para discutir essa iniciativa, que pretende valer-se da posição "estratégica" do arquipélago português dos Açores no meio do oceano Atlântico.

O objetivo do encontro é discutir a formalização desse Centro Internacional de Pesquisa para o Atlântico, batizado como AIR Center (na sigla em inglês) e que congregará diversas instituições científicas dos países participantes.

Segundo Kassab, embora ainda não esteja estabelecida uma data para o início das operações do AIR Center, o "cronograma" que se discutiu até agora aponta para "um prazo de 16 meses", o que leva ao ano de 2019.

"Queremos uma cooperação internacional efetiva, articular as forças de diversos países e promover a troca de experiências e conhecimento em benefício da civilização ", disse o ministro.

Segundo Kassab, a ideia é somar à iniciativa pesquisadores das áreas de ciência, tecnologia e inovação para "promover um olhar realmente integrador do conhecimento" em campos como a mudança climática, energia, ciências oceânicas, espaciais e, com uma maior ênfase, realizar estudos específicos sobre o Atlântico.

O ministro de Ciência e Tecnologia ressaltou que se trata de um projeto "fundamentalmente científico, mas também econômico", pois serão promovidos estudos sobre o potencial do Atlântico em minerais e outras riquezas.

O governo brasileiro, de fato, já investiu cerca de US$ 70 milhões em pesquisas no oceano Atlântico, com as quais tenta determinar o potencial econômico de jazidas minerais situadas fora da sua plataforma continental.

Esses trabalhos foram autorizados pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (IBSA, na sigla em inglês), que, de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que data de 1994, regula a concessão de áreas de pesquisa e eventual exploração nas águas internacionais.

Em função do resultado dessas pesquisas, que incluem estudos de impacto ambiental, o Brasil poderia explorar reservas de ferro, manganês e cobalto situadas a 1.500 quilômetros do litoral do Rio de Janeiro, em uma zona alheia a sua jurisdição marítima.

As jazidas se encontram em uma colina submarina conhecida como Alto Rio Grande, abrangem 3.000 quilômetros quadrados e se calcula que estão a uma profundidade próxima a 4.000 metros.

Até hoje, o IBSA autorizou esses tipos de operações em águas internacionais a um pequeno grupo de países que, além do Brasil, incluem Rússia, Noruega, França, China, Alemanha, Japão e Coreia do Sul, entre outras nações.Eduardo Davis/EFE

ARGENTINA SUBMARINO

Brasil envia embarcações para auxiliar buscas de submarino argentino

Raul Jungmann, em foto de setembro de 2017. EFE/ Antonio Lacerda

Três navios e um avião da Marinha do Brasil se somaram neste sábado à busca do submarino argentina ARA San Juan, desaparecido desde a última quarta-feira nas águas do Atlântico, informou o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

Jungman indicou que foram enviados a fragata Rademaker, o navio polar Maximiano e o navio socorro submarino Filinto Perry, este último especializado em operações de socorro de submarinos e mergulhadores.

Segundo o ministro, os três navios e um avião das Forças Armadas "já estão auxiliando nas buscas" do submarino, com o qual as autoridades argentinas perderam contato na quarta-feira.

O ARA San Juan, com 44 tripulantes a bordo, partiu na segunda-feira do porto de Ushuaia e se dirigia à sua base, na cidade de Mar del Plata

As buscas se concentraram em uma área a 430 quilômetros do ponto mais próximo do litoral ao sudeste da península Valdés, na província de Chubut, e delas participam navios de vários países, liderados pela Marinha da Argentina.EFE