sexta-feira, 20 de outubro de 2017

HAPPY HOUR



PENSAMENTO DA SEXTA


NOSSO SOM







NA CIDADE UNIVERSITÁRIA - OUT 6



O presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Kleber Morais, vem a Belém nesta sexta-feira, 20, para uma série de inaugurações nos hospitais universitários João de Barros Barreto (HUJBB) e Bettina Ferro de Souza (HUBFS), que formam Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Pará (UFPA)/Ebserh, sob a gestão do médico e sociólogo Paulo Roberto Amorim. O Bloco cirúrgico do HUJBB e a recepção das unidades de Oftalmologia e Otorrinolaringologia do HUBFS são alguns dos espaços inaugurados com a presença do gestor nacional das instituições hospitalares e do reitor da UFPA, Emmanuel Tourinho. Orçamento financeiro, infraestrutura e recursos humanos são alguns dos assuntos discutidos no encontro.

A primeira visita de Kleber Morais é no Barros Barreto, das 11h30 às 14h, para a inauguração do novo centro de cirurgia, reestruturado com quatro salas de cirurgias, duas de recuperação pós-anestésico, farmácia satélite e sala da patologia para exame de congelação. Segundo a gerente administrativa do Complexo, Ivana Sousa, no local os profissionais contam com áreas comuns, como sala de repouso para a equipe de plantão, secretaria, recepção, copa, sala de utilidades, posto de enfermagem, vestiários e banheiros masculino e feminina, funcionando com um sistema de refrigeração com fluxo laminar. Para atingir toda essa estrutura, foram investidos cerca de R$ 1 milhão, recursos originados do Ministério da Saúde, da Educação (MEC), Ebserh e UFPA.

Com a conclusão do novo bloco cirúrgico a tendência, pelo menos, é duplicar o número da realização de procedimentos: cirurgia geral, do aparelho digestivo, da cabeça e pescoço, urologia, torácica, vascular e pediátrica, uma média de oito por dia e seis no final de semana, entre pequenas cirurgias de urgência e emergência da demanda interna. "O centro cirúrgico atual dispõe duas salas e fazemos uma média diária de oito cirurgias, então com quatro salas, no mínimo, duplicaremos o nosso serviço", enfatiza chefe da Unidade de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo, Geraldo Ishak.

Revitalização – No período da tarde, o presidente da Ebserh participa da inauguração das novas instalações das alas A, B e C do HUBFS, contabilizando investimentos de R$ 32 mil, conseguidos por meio de doações, para a revitalização e ambientação da recepção das unidades de Oftalmologia e Otorrinolaringologia.

Na opinião do superintendente do Complexo Hospitalar da UFPA/Ebserh, Paulo Amorim, as inaugurações dos espaços representam que a atual gestão vem trabalhando para oferecer à população um ambiente hospitalar humanizado e garantir aos seus profissionais as melhores condições de trabalho, conforme preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Esperamos fazer ainda mais, visando em 2018 o início da reforma da Pediatria do Barros, temporariamente funcionando no terceiro andar, e do Centro Especializado em Reabilitação (CER) tipo IV, na área localizada ao lado do Bettina", informa.





Texto e fotos: Edna Nunes – Ascom Complexo Hospitalar da UFPA/Ebserh.

VIVENDO NO BRASIL 1

NA CIDADE UNIVERSITÁRIA/UFPA - OUT 5


TEMER SEGUNDA DENÚNCIA

Temer reinicia barganha em troca de apoio

Barganha é similar à feita em agosto, para barrar a 1ª denúncia (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente Michel Temer iniciou a negociação de emendas e cargos em troca de apoio para barrar a segunda denúncia contra ele na Câmara. O principal alvo do Planalto é o chamado bloco Centrão, frente parlamentar composta por 13 partidos médios como o PP, PR, PTB e PRB, considerada crucial em votações no Congresso.

A ideia é conter rebeliões de aliados às vésperas da votação da denúncia, já que nos bastidores do Congresso o apoio a Temer caiu em relação a agosto deste ano, quando a Câmara barrou a primeira denúncia contra o presidente, apresentada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, líderes partidários do Centrão apontaram três motivos para a queda no apoio a Temer: o não cumprimento de promessas relativas à liberação de cargos e emendas, feitas em agosto em troca de apoio contra a primeira denúncia; o fato de a nova denúncia incluir dois ministros, Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral); e a perda do temor a retaliações em caso de votos contrários, já que o governo não puniu traições de deputados da base aliada em agosto.

“O clima está tenso. Com certeza, ele terá menos votos a favor dele”, disse ao jornal o deputado Marcos Montes (MG), líder do PSD na Câmara. Impressão igual tem o deputado José Rocha (BA), líder do PR na Casa, que critica o não cumprimento de promessas por parte de Temer. “No PR, há uma insatisfação muito grande por não terem cumprido o compromisso de liberação de emendas impositivas. Ano que vem é ano eleitoral”, disse ele, ao Estado de S. Paulo.

NO PARÁ DO AÇAÍ - OUT 7

Prefeitura de Belém confirma corte dos salários dos funcionários em outubro

O prefeito Zenaldo Coutinho informou através de sua assessoria que vai, sim, cortar salário ainda em outubro (Foto: Arquivo/Diário do Pará)

A Prefeitura de Belém confirmou que irá cortar os salários de mais de 8 mil servidores municipais, incluindo funcionárias de licença maternidade, a partir do dia 16 de outubro. A confirmação foi feita pela Coordenadoria de Comunicação Social (Comus), nesta quinta-feira (19), através de uma nota emitida para desmentir o Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Belém (Sisbel), que afirmava que os cortes que aconteceriam já nos salários deste mês de outubro, foram deixados para o contracheque de novembro.

“O decreto trata de medidas de contenção de despesas e não de corte de gratificações e, na forma do Decreto, está assegurado o pagamento da gratificação por regime especial de trabalho (tempo integral) proporcional a 15 dias do mês de outubro. No período de 16.10 a 31.12 a gratificação por regime especial de trabalho (tempo integral) está suspensa”, explica a nota enciada pela assessoria do prefeito Zenaldo Coutinho.

A nota detalha ainda que a Secretaria Municipal de Administração (Semad) esclareceu que não haverá portaria ou relação nominal de revogação e que, em janeiro, as gratificações voltam a ser pagas.

“Diferente do que foi anunciado pelo Sisbel, durante a reunião não houve tratativa sobre férias na pauta apresentada pelo sindicato que chegou a sugerir a suspensão de nomeações de cargos em comissão, fato que será analisado, já que existem cargos que executam atividades importantes e todas as nomeações são de cargos vagos em substituição aos ocupantes anteriores”.

Os adicionais de periculosidade, insalubridade, de turno, noturno, entre outros que não estão no decreto não serão cortados, de acordo com a nota.A notícia do corte foi dada em “primeira mão” pelo Diário Online na última sexta-feira (13). (DOL)


COMPORTAMENTO


VIVENDO NO BRASIL 2


DECISÃO POLÊMICA TRABALHO ESCRAVO

Dodge pede revogação de portaria sobre trabalho escravo

Para Dodge, a interpretação sobre o trabalho escravo não deve se restringir à proteção da liberdade, mas também da dignidade (Foto: Antônio Augusto/PGR)

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se reuniu na última quarta-feira, 18, com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, para pedir a revogação da portaria que modificou a interpretação sobre o trabalho escravo e dificultou a punição da prática.

Dodge recebeu o ministro e entregou a ele um ofício reiterando a recomendação feita pelo Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) à pasta. No documento, ela aponta que a interpretação sobre o trabalho escravo não deve se restringir à proteção da liberdade, mas também da dignidade.

Na última segunda-feira, 16, o ministro aplicou novas regras em relação ao combate à prática. A portaria determina, entre outras coisas, que a “lista suja” — de empregadores autuados pelo crime — seja divulgada somente “por determinação expressa” do ministro do Trabalho e estabelece novos conceitos de práticas ligadas ao trabalho análogo à escravidão.

Para Dodge, a medida cria um retrocesso nas garantias básicas. “A portaria volta a um ponto que a legislação superou há vários anos”, explica a procuradora-geral. Ela também aponta que a proteção estabelecida na política pública anterior tem o propósito de impedir ações que “coisificam” o trabalhador.

O MPF e o MPT apontam que a portaria “traz conceitos tecnicamente falhos dos elementos caracterizadores do trabalho escravo, sobretudo de condições degradantes de trabalho e jornadas exaustivas, em descompasso com a jurisprudência sedimentada do Supremo Tribunal Federal”.

Na quarta-feira, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou que ministro seja convidado a dar explicações sobre a portaria em uma audiência pública no próximo dia 8. No entanto, como se trata de um convite, não é obrigatória a presença de Nogueira.

Divisão no governo

Na visão da oposição ao governo do presidente Michel Temer, a portaria tratava-se de uma ação política para conseguir apoio da bancada ruralista no Congresso na votação da segunda denúncia contra ele apresentada na Câmara. Entretanto, a medida acabou provocando um racha dentro do próprio governo.

Enquanto o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, expressou apoio à medida, dizendo que ela “vem organizar um pouco a falta de critério nas fiscalizações”, Flávia Piovesan, secretária nacional de Cidadania do Ministério dos Direitos Humanos, apontou a medida como “inconciliável com o estado democrático de direito”. A própria ministra titular da pasta, Luislinda Valois, admitiu que “vai haver retrocesso”, mas tentou minimizar o debate.ESTADÃO

GRITA BRASIL

Chamem o Freud que eu quero deitar em seu divã!


Sinceramente cheguei ao ponto em que ou Freud explica, ou eu entrego a Deus, que dizem ser brasileiro, mas tá difícil de acreditar. Não em Deus, mas que ele seja brasileiro.

Como explicar para um jovem que será um eleitor em breve que, apesar de todas as provas, o Senado consiga a proeza de inocentar um senador que quase foi presidente, depois do STF ter enxergado o que muitos preferem considerar como um “não é bem assim”. Como dormir com isso? Como acordar com isso? O senador Aécio Neves é novamente senador e pode legislar livremente não em nossa causa, mas em causas próprias e de seus pares. E fica tudo por isso mesmo.

Acho que nem Freud teria uma explicação plausível para destrinchar o que se passa no consciente e subconsciente de nossos políticos, que passam por cima de qualquer princípio básico do que se espera dessa classe que hoje representa a pior espécie em nossa sociedade, que representa a sua escória. É triste ver um Senado aplaudindo e comemorando uma absolvição que só mostra o real caráter de quem faz parte dessa pocilga que é o Senado, e não muito diferente da pocilga que é o Congresso. Sem, é claro, esquecermos o Planalto.

As manobras feitas para salvar Aécio são dignas de mentes que pensam em estratégias quase que militares e que poderiam ser usadas para melhorar nosso país. Mas como não há interesse coletivo nisso, ficamos à deriva.

É triste ver nosso país tão grandioso e rico em recursos naturais e longe de catástrofes naturais afundar cada vez mais na ganância, na falta de caráter, na falta de hombridade e na falta de um verdadeiro líder que diga: “Basta”.


Mas o grande problema passa pela não aceitação de que se errou. Reconhecer erros não é fácil, especialmente quando se deve explicações para um grande número de pessoas. No caso de nossos políticos isso é latente e transparente. Eles não reconhecem seus erros, muito pelo contrário, se defendem sempre culpando terceiros pela descoberta e dizendo-se inocentes e que (sempre) se trata de um grupo de invejosos, de perseguidores ou um grupo de uma força maligna.

Pepe Mujica disse: “Não se diminuam, companheiros, amem-se muito… – mas não tanto a ponto de perdoarem as próprias cagadas.”

Ou seja, disso podemos tirar que apesar de nem se amarem tanto, em alguns casos, nossos políticos, quando o assunto é defender seus atos ilícitos, se tornam os melhores amigos e amantes, que em troca de favores perdoam-se de qualquer malfeito que tenha sido cometido, com a garantia de que poderão voltar a fazer sem que haja nada ou quase nada que os impeça.

A Lava-Jato está tentando mudar um pouco isso, mas enquanto algumas denúncias passarem ainda pelo crivo dos deputados e senadores eles irão sempre se ajudar. Arrumarão sempre um jeito de nem se comprometerem explicitamente.


E assim a vida continua.

O Aécio tá livre e no Senado, o presidente Michel Temer com quase 99% de chance irá se livrar dessa segunda denúncia, pelo menos por agora, o que irá permitir que ele chegue até o final de seu mandato, e se tudo correr como falam as pesquisas, e se realmente Lula for candidato, bem… pois é… eu sinceramente espero que dessa vez as pesquisas estejam mentindo, mas se não tiveram e se o Tribunal Superior Eleitoral considerar que Lula é candidato, então…sou capaz de matar novamente o Freud, pois ninguém, nem ele irá me convencer que o subconsciente do povo é a voz de Deus.

Pois se for, eu realmente vou ter que rever vários de meus conceitos.

Salve as baleias. Não jogue lixo no chão. E vamos começar a rezar desde já.coluna Grita Brasil

VIVENDO NO BRASIL 3

EUA INTERNET

Suprema Corte dos EUA aceita caso sobre Microsoft e privacidade na internet

EFE/Focke Stangmann

A Corte Suprema dos Estados Unidos aceitou na segunda-feira 16, intermediar uma importante batalha entre a Microsoft e o governo americano, que quer que as empresas de tecnologia lhe permitam ter acesso a e-mails armazenados em servidores no exterior.

Em uma breve comunicado, divulgado hoje, os nove juízes da Suprema Corte aceitaram realizar uma audiência para estudar o caso, e, depois, tomar uma decisão sobre o assunto.

O caso teve início em 2013, quando promotores dos EUA pediram a Microsoft e-mails ligados a um caso de narcotráfico e que estavam armazenados em um servidor em Dublin, na Irlanda.

A empresa se negou a entregar aos documentos na Irlanda, ao considerar que isso envolvia a apreensão de documentos internacionais. Caso isso ocorresse, a Microsoft acredita que outros governos poderiam forçar as companhias americanas a enviar informações armazenadas nos EUA.

Dessa forma, a Microsoft, que guarda dados em mais de 50 países, se tornou a primeira empresa de tecnologia americana a desafiar uma ordem de apreensão que buscava informações de fora dos EUA.

O caso chegou aos tribunais. Após uma decisão desfavorável em 2014, a Microsoft conseguiu no ano passado que o Tribunal de Apelações do Segundo Circuito, com sede em Nova York, decidisse em favor da empresa ao avaliar que a empresa não deveria entregar nos EUA os dados armazenados na Irlanda.

Em resposta, o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, recorreu, e os juízes da Suprema Corte aceitaram o caso.

Após a medida de hoje, o presidente e principal assessor legal da Microsoft, Brad Smith, considerou que o Congresso dos EUA deve intervir porque as ordens de busca não podem seguir regidas por uma lei aprovada em 1986, pois não contempla os desafios da era digital.

"As leis atuais foram escritas para a era do disquete, não para o mundo da nuvem", disse Smith em seu blog oficial.

O caso gerou uma grande atenção por parte das empresas de tecnologia e também de grupos defensores da privacidade na internet, que temem uma sentença a favor do governo possa violar os direitos dos internautas.

Contra isso, o governo dos EUA, apoiado por uma coalizão de 33 dos 50 estados do país, afirma que as informações no exterior são vitais para as investigações criminais.

A expectativa é que a audiência sobre o caso seja realizada no início de 2018. A decisão da Suprema Corte, porém, só deve sair em junho do próximo ano.EFE

VENEZUELA GOVERNO

Maduro afirma que quer intimar diretores de Facebook e Instagram na Venezuela

EFE/Tatyana Zenkovich

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou na terça-feira 17 que pretende intimar os diretores de Facebook e Instagram para a Venezuela, os quais acusa de "vetar" as suas mensagens durante a campanha para as eleições regionais de domingo, e os ameaçou com "uma surpresinha" nas próximas semanas.

"Eu não sei quem é o chefe do Facebook e do Instagram para a Venezuela, mas eu quero intimar os responsáveis porque eles nos vetam, vetam o presidente", disse o governante em coletiva de imprensa televisionada de forma obrigatória por todos os canais.

Maduro disse querer libertar o país da "tirania dos donos das redes sociais do mundo", aos quais supostamente reservou "uma surpresinha para as próximas semanas".

"E depois não se queixem, compadres", concluiu o presidente, para quem o país se encontra em "uma nova guerra que mais cedo que tarde" ganhará.

O chefe de Estado havia se referido um pouco antes à lei "crimes de ódio" que deve aprovar nos próximos dias a plenipotenciária e governista Assembleia Nacional Constituinte.

Segundo se adiantou desde a própria Constituinte, a lei se ocupará entre novas coisas dos conteúdos que se escrevem e divulgam nas redes sociais.

"Se eu posto um vídeo de uma informação importante, eu não posso colocar propaganda, mas posso receber propaganda do mundo inteiro e da Venezuela no Instagram e no Facebook. E me introduzem retardadores para me tirar seguidores ou para que eles não acessem meus vídeos e a minha verdade", explicou Maduro sobre a suposta censura nas redes.

O presidente da Venezuela também se queixou de um suposto boicote das emissoras privadas do país, as quais acusou de ceder espaços de graça aos candidatos da oposição, que também se queixaram de não ter acesso a veículos públicos tomados pelos conteúdos oficialistas.EFE

EUA SETOR AUTOMOTIVO

GM planeja testar carros autônomos em Nova York a partir de 2018

EFE/Kiko Huesca

A montadora americana General Motors planeja testar carros da Cruise Automation na cidade de Nova York no início do ano que vem, anunciou nesta terça-feira o governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo.

"O experimento planejado com a Cruise representaria a primeira vez que veículos autônomos de nível 4 - que não requerem a atenção do motorista - serão testados no estado de Nova York", disse o governador em comunicado.

O estado aprovou uma nova legislação em maio deste ano para que as empresas que se dedicam a esse setor façam testes com carros autônomos por meio de programas-pilotos de um ano.

A GM pediu para realizar testes em um perímetro virtual no distrito de Manhattan, conhecido pelo seu denso tráfego, o que permitirá a montadora a expor o software do veículo a "situações pouco usuais", indicou o executivo-chefe da Cruise Automation, Kyle Vogt.

Um engenheiro estará dentro do carro como motorista em todos os testes. Ele terá como função observar e avaliar a atividade do veículo, sendo acompanhado por um copiloto.

O Departamento de Veículos a Motor e a Polícia de Nova York farão a fiscalização dos requisitos de segurança dos veículos.

De acordo com o "The Wall Street Journal", a GM enviará uma frota de veículos elétricos Chevrolet Bolt para que eles operem de forma autônoma em uma área de cerca de 13 quilômetros quadrados no sul de Manhattan. Esses carros já foram utilizados pela Cruise em outras cidades dos EUA, como San Francisco.EFE

URUGUAI TURISMO

Uruguai quer atrair mais turistas brasileiros para o litoral


A ministra de Turismo do Uruguai, Liliam Kechichian, apresentou nesta quarta-feira em Porto Alegre a nova proposta de turismo do país com uma ênfase na promoção do litoral oeste, conhecido como “Corredor de los Pájaros Pintados”.

“Convidamos os operadores turísticos para mostrar este novo produto que é pouco conhecido. Mostramos toda a diversidade que o Corredor de los Pájaros Pintados oferece hoje”, disse ela à Agência Efe.

O conjunto de regiões que integram este setor é formado por paisagens que margeiam o Rio Uruguai nos departamentos (províncias) de Artigas, Paysandú, Río Negro, Salto e Soriano. Algumas das principais características do local são, além das águas termais e dos seus respectivos complexos de piscinas, a pesca esportiva e os pontos históricos.

De acordo com a ministra, as operadoras brasileiras se mostraram interessadas porque faz com que as empresas tenham uma oferta nova e que “vem crescendo”.

“Existe o público-alvo de Punta del Este que, muitas vezes, tem grande poder aquisitivo, mas hoje temos em Montevidéu e no restante do país, inclusive em Colonia del Sacramento, um turista brasileiro médio que pode ser um potencial cliente”, acrescentou.

Outro aspecto que ela destacou em relação a nova proposta turística é a devolução do Imposto ao Valor Agregado (IVA) aos estrangeiros, que, em sua opinião, foi um “motor” nos últimos anos.

“Fundamentalmente, vamos transmitir a devolução do IVA em todas as compras turísticas feitas até abril do ano que vem e isso significou um motor e uma ferramenta de competitividade muito grande”, apontou.

Desde de 2012, a devolução do IVA está vigente para as despesas feitas em cartões de crédito ou débito no exterior em hotéis, serviços gastronômicos, locadoras de carro e organizadoras de eventos e festas.

Liliam disse que as cifras de 2017 indicam que quase meio milhão de brasileiros visitaram o Uruguai durante o ano e a expectativa é de que 2018 seja ainda melhor.

“A balança turística está melhor que nunca”, disse em relação ao dinheiro que entra através de turistas estrangeiros se comparado ao que sai em viagens de uruguaios ao exterior.

A excursão da ministra, depois de Porto Alegre, continuará no próximo domingo com o Dia de Uruguai na Feira Internacional de Turismo de Buenos Aires e no dia 30 com a apresentação da proposta na capital argentina.EFE

ANTÁRTIDA HISTÓRIA

Expedição de oficial britânico ao Polo Sul poderia ter sido alvo de sabotagem

Foto dos tripulantes da expedição liderada pelo capitão Robert Scott em uma exposição no Museu de História Natural de Londres. EFE/C.H. Ponting

A possível sabotagem de um oficial ganha força entre as hipóteses que explicariam a morte do capitão Robert Scott e outros quatro tripulantes durante a primeira expedição britânica ao Polo Sul, há mais de um século.

O pesquisador Chris Turney, professor da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW), na Austrália, contou à Agência Efe que novas evidências apontam para o fato de que o segundo no comando da expedição, o tenente Edward 'Teddy' Evans, teria sido responsável por essas mortes por "sabotagem deliberada", apesar de não ser descartada a possibilidade de que se trate de "inaptidão".

"A chave da história é que a segunda pessoa mais importante no comando parece ter consumido o que era destinado a Scott e sua equipe, que morreram de fome na viagem de volta da Expedição Terra Nova", declarou o especialista.

Até agora, os historiadores atribuíam o falecimento de Scott - ultrapassado pelo norueguês Roald Amundsen em cinco semanas na corrida para chegar primeiro ao Polo Sul - a uma combinação de planejamento ruim e falta de sorte.

Durante a expedição, e antes de chegar ao objetivo, Scott ordenou a Evans e outras duas pessoas para retornarem como uma equipe de apoio, enquanto ele e quatro integrantes seguiriam com a viagem. Estes cinco então viajaram pelo lado oeste da plataforma de gelo Ross, que tem um clima pior do que a rota leste escolhida pelo norueguês e acabaram sendo atingidos por frio extremo e ventos.

O capitão e os quatro companheiros chegaram ao destino em 17 de janeiro e viram a bandeira da Noruega e parte do acampamento de Amundsen, que chegou em 14 de dezembro de 1911.

O primeiro a morrer no retorno foi o suboficial Edgar Evans e depois o capitão Lawrence Oates, que se sacrificou encarando o mau tempo para morrer congelado e não ser um problema para os colegas. O capitão, o médico Edward Wilson e Henry "Birdie" Bowers continuaram a viagem, mas, em 20 de março, ficaram presos em uma tempestade que provocou dias mais tarde a morte dos três. Os corpos e alguns pertences foram recuperadas oito meses depois.

Em 2011, quase um século após a morte do explorador, o professor da UNSW encontrou na Biblioteca Nacional do Reino Unido sete folhas que descrevem duas reuniões feitas em abril de 1913 entre o então presidente da Real Sociedade Geográfica, Earl Curzon, e Kathleen Scott e Oriana Wilson, viúvas do capitão e do médico.

A viúva de Scott disse à época que o diário do marido indicava que o tenente Evans e dois de seus homens "na viagem de retorno tinham bebido e comido mais do que correspondia a eles". A acusação foi reafirmada pela viúva do médico que, de próprio punho, deu conta de uma "inexplicável ausência de combustível e alimentos" na viagem de volta.

A análise dos diários sugere que as provisões sumiram do depósito, e as suspeitas recaem sobre Evans, que - conforme a versão oficial - deixou o grupo em 4 de janeiro de 1912, a menos de 250 km do Polo Sul, e dias depois adoeceu de escorbuto, doença rara causada por uma grave deficiência de vitamina C.

Mas Turney questiona a integridade de Evans por causa das contradições do oficial sobre o lugar onde adoeceu. Primeiro ele disse que sofreu o escorbuto a 483 km da base. Depois apontou que foi a 805 km dela. É exatamente no ponto dessa segunda distância, localizado no extremo sul da plataforma Ross, onde se suspeita que os estoques sumiram.

"Parece que (Evans) mudou a linha do tempo sobre quando ficou doente para justificar o fato de ter se apropriado dos alimentos", argumentou o professor australiano.

Evans, que mais tarde teve uma bem-sucedida carreira naval e recebeu várias condecorações, inclusive o título de barão, retornou ao local em 1913 para tentar encontrar possíveis sobreviventes da expedição.

Turney também lembrou que Apsley Cherry-Garrard, que participou parcialmente da expedição e em 1922 escreveu o livro "The Worst Journey in the World" ("A pior viagem no mundo" em tradução livre), viveu atormentado o resto da vida porque "sabia que algo ruim tinha acontecido" durante a viagem, "mas nunca conseguiu provar".

"Espero que a minha pesquisa ajude a mostrar o trabalho de Scott e de seus valentes companheiros", afirmou o professor.Rocío Otoya/EFE

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

MENSAGEM DO DIA

NA CIDADE UNIVERSITÁRIA/UFPA - OUT 4


VIVENDO NO BRASIL 1


SENADO FEDERAL E SEUS CONSIDERADOS

Senado suspende decisão do STF que afastava Aécio Neves


Por 44 votos a 26, o Senado decidiu nesta terça-feira, 17, suspender a decisão que afastava Aécio de suas funções parlamentares. A votação, aberta no final da tarde, foi aberta e nominal.

Com a rejeição das medidas cautelares, o senador retoma suas atividades e não será obrigado a se recolher durante a noite e não deverá ter seu passaporte retido. Para chegar ao resultado final era necessário o mínimo de 41 votos. Caso não se atingisse o número, a votação seria refeita.

Depois de delações de executivos da J&F, a Procuradoria Geral da República denunciou Aécio Neves pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa. O senador nega as acusações.

“Sem o mandato inviolável não há democracia que se sustente. A democracia é o regime dos direitos. Respeito os poderes, mas entendo que nenhum poder é maior do que o outro. Portanto, entendo que o poder guardião da Constituição não é o STF. O STF interpreta a Constituição, mas o guardião é quem escreve a Constituição para que seja seguida pelos outros dois poderes”, afirmou Romero Jucá (PMDB-RR), que votou contra a decisão do STF.

“A sociedade exige a eliminação de todos os privilégios às autoridades e, ao recusar a decisão do STF, estamos alimentando os privilégios, ao invés de extingui-los. Não votamos contra o senador, votamos em respeito à independência dos poderes, em respeito a quem compete a última palavra em matéria de aplicação e interpretação da Constituição, que é o STF”, declarou o senador Álvaro Dias (Pode-PR), que votou a favor da decisão.

AÉCIO UM CONSIDERADO

Carta

Pela manhã, Aécio Neves enviou uma carta aos senadores pedindo o apoio para enfrentar o que ele chamou de uma “trama tão ardilosamente construída”. “Talvez você possa imaginar minha indignação diante da violência a que fui submetido e o sofrimento causado a mim, à minha família e tantos mineiros e brasileiros que me conhecem de perto em mais de trinta anos na vida pública”, aponta Aécio.

“O que está em jogo é se pode, de forma monocrática ou por maioria de votos de uma das turmas do Supremo, um parlamentar ser afastado de suas funções sem ser previamente julgado”, explica.

O senador pede ainda desculpas por ter utilizado “termos inadequados” nas conversas gravadas por Joesley Batista. “Já me desculpei, e volto a fazê-lo, e me penitencio diariamente pelos termos inadequados que utilizei naquela conversa que imaginava privada, sabendo que nem isso os justifica”, aponta. Yahoo Notícias